Mitologia Mexicana – Dia dos Mortos

[Texto elaborado a partir de uma pesquisa sobre os Dias dos Mortos, no México, em ocasião da excursão ao Memorial da América Latina em São Paulo]

Por Lis Furlanett Brandão,
Sofia Hadad Jobim e
Michel Thobias Friedmann dos Reys

No dia 02 de novembro celebramos os nossos entes mortos com pesar, mas no México esse é um dia de alegria, os mexicanos arrumam um altar onde põe a comida favorita de seus familiares e amigos falecidos, fazem comidas especiais, como “crânios” de açúcar e pão de “mortos”. Hasteiam pipas enormes, feitas de tecido, para espantar espíritos ruins. A festa conta com música, doces e bolos.

As origens que levam os mexicanos a comemorar o dia dos mortos, remetem ao tempo que os espanhóis chegaram ao continente americano. Naquela época, povos como totonacas, náuatles, purépechas, maias e astecas praticavam cultos em homenagem aos seus antepassados mortos. Antes da chegada dos espanhóis, era comum guardar o crânio do ente querido como recordação.
O símbolo mais conhecido do dia dos mortos é a caveira adornada com mantos e flores, no Memorial da América Latina, tem uma sessão dedicada ao Dia dos Mortos no México, nesta sessão vimos um crânio que lembrava os traços da Frida Khalo. Era uma caveira de papel machê com as sobrancelhas da Frida e flores vermelhas e amarelas, por cima de uma touca preta, imitando o seu cabelo.

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